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Estes sao alguns dos simbolos judaicos:
Uma Menorah bem elaborada foi colocada no centro do tabernáculo de Moisés, e era o primeiro objeto que se via no Santo Lugar, juntamente com a mesa dos pães e o altar de incenso (Hb 9.2). Ela era de ouro puro (Nm 8.4), não era uma peça fundida, mas forjada a martelo por um hábil ourives, partindo-se de um talento de ouro (Êx 25.39). Para se chegar ao produto final, era continuamente golpeada. A haste principal e o seis braços formavam uma só peça maciça, que davam suporte à sete lâmpadas de azeite, as quais forneciam a luz naquela escuridão. As lâmpadas eram cheias de azeite de oliva puro, não de óleo comum (Êx 27.20). Cada lâmpada recebia cuidados especiais: a parte queimada do pavio não emitia luz. Cabia ao sacerdote, todas as tardes, remover a sujeira e por em ordem as lâmpadas. Baseado no candeeiro de sete braços do templo de Herodes, O Libertador de Israel construiu a sua própria e bem elaborada Menorah, com cerca de 1,5m de altura, para ser utilizada em ocasiões muito especiais. A diferença entre elas está na base: aquela gravada no Arco de Tito tem um pedestal octogonal maciço com relevos de animais, e a do Libertador está firmada sobre um pedestal dividido em dois hexágonos (totalizando doze lados), com os nomes das tribos de Israel em hebraico.
O chifre normalmente usado era o de carneiro ou de cabra montesa, por serem curvados, mas poderia ser feito também de antílope ou gazela, mesmo porque todos esses animais eram aceitáveis como sacrifícios. Já bezerro e touro eram exceções, uma vez que eram automaticamente ligados ao episódio da idolatria do bezerro de ouro (Êx 32). O som produzido pela Shofar é alto e estridente. Na verdade está mais para barulho do que música! Nos tempos antigos o propósito da Shofar era anunciar as fantásticas intervenções de Deus (Js 6.8; Ap 8.6). Passados sete anos sabáticos (passados quarenta e nove anos), o qüinquagésimo ano devia ser anunciado, no dia da expiação, pelo som das trombetas em todas as partes da terra. Toca-se a Shofar no primeiro e segundo dias de Ro’sh HaShanah (o dia do ano novo) como mitz’vah (preceito). Nas sinagogas ela é soada cem vezes ao dia, em quatro tipos de toques diferentes: - Taquoá (buzina); - Tallit gadol, um manto branco com faixas azuis que os homens vestem para as orações; - Tallit qathan, de menor tamanho, também chamada “quatro cantos”, deve ser usada sempre sob a roupa. A Tallit é a vestimenta mais importante na cultura judaica e está fundamentada na Bíblia (Nm 15.37-41). Seu uso tem uma finalidade: fazer o judeu lembrar-se da Lei de Deus. Esta veste foi criada para ser vestimenta sacerdotal e para conter as Tzitzit (franjas). Os judeus utilizam a Tallit em todos os serviços religiosos matutinos, exceto em 9 de tisha-b’av, o dia da destruição do templo de Jerusalém. Curiosidade: Por que as mulheres não usam Tallit? As chamadas vestimentas quadradas nas quais se prendiam franjas eram consideradas originalmente de uso masculino e, como a Bíblia proíbe que uma mulher vista roupas de homem (Dt 22.5), as mulheres não utilizavam Tallit.
Kipah É costume judaico desde os primórdios o homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante Deus. É como se, apontando para sua cabeça, ele dissesse: até aqui é comigo e apontando mais para o alto, reconhecesse: a partir daí é com Deus! É proibido para o judeu tradicional entrar numa sinagoga, mencionar o nome divino, estudar a Torah, se aproximar do Muro das Lamentações ou realizar qualquer serviço religioso de cabeça descoberta. O Maguen de Davi e a Estrela de Israel Sobre a estrela na bandeira de Israel, os dois triângulos são duas peças separadas que sobrepostas formam uma estrela chamada de Maguen de Davi, estrela ou escudo de Davi. O triângulo com a ponta virada para cima fala da busca humana de Deus, o triângulo com a ponta virada para baixo fala da busca divina do homem, e o conjunto aponta para a proteção completa do povo de Israel. O embrião da idéia da estrela como escudo está em Gênesis 15.1, quando Deus disse a Abrão: “Não temas: Eu sou o Teu escudo”. O vocábulo no hebraico significa escudo ou estrela. Segundo a tradição rabínica, a estrela de seis pontas era usada como símbolo no anel de Salomão, daí também ser chamada de “Selo de Salomão”. |
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